segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Primeiro Soneto

Soneto da pipa: O selo!

Belo desenho das pipas no céu
Desenhos em si, bruta perfeição
Linha, bambu, arte, sonho, papel
Voando em ar de imaginação

Quem me dera ter essa liberdade
Voar, voar sem me queixar da da vida
Um sonho liberado à saudade
À questão simples, à qualquer saída

Esse multi-silente movimento
Nos atrai ao infinito azulado
De nós mesmo vistos noutro momento

Um espelho estelar múltiplo e singelo
Que revelando outra faceta nossa
Nos mergulha em vigentes campos belos.
Silva, Rodrigo Barbosa.

3 comentários:

  1. tudo muito lindo por aqui,
    lindo poeta calado...
    que faz da sua imaginação
    um branco cavalo alado...

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  2. Muito legal...
    A idéia de pipas como liberdade ^^

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